26 de agosto 2019

WEG inaugura fábrica na China para automação

A WEG, fabricante brasileira de motores elétricos e equipamentos, vai inaugurar neste mês a primeira fábrica de aparelhos de automação industrial na China. A ideia é entrar no mercado chinês de automação e, futuramente, exportar para Rússia e Europa. A nova unidade fabril deve começar a produzir no fim de agosto.

 

A fábrica está situada em Changzhou, província de Jiangsu, onde a empresa possui outras duas unidades de fabricação de motores elétricos e componentes. Em um primeiro momento produzirá inversores de frequência de baixa tensão, minidisjuntores e dispositivos diferenciais-residuais. O investimento inicial em maquinário para a nova fábrica é de cerca de R$ 15 milhões.
 
"A nova fábrica é a quarta da WEG na China, mas a primeira dedicada à automação industrial. Todas as outras no país são de motores elétricos", afirmou ao ValorManfred Peter Johann, diretor superintendente de automação da empresa. No total, ele afirma, a nova planta terá 14.500 metros quadrados.
 
Segundo Johann, o novo investimento é parte do processo de internacionalização da área de automação da WEG, na qual a empresa busca maior competitividade e fortalecimento no continente asiático.
 
"A primeira etapa é o mercado chinês. Vamos usar a sinergia com as empresas globais que usam nossos motores e têm presença na China. O mercado chinês é muito grande, então buscaremos market share de um dígito nos próximos três anos", afirma. "Em uma segunda etapa, vamos atender outros países a partir da China."
 
No radar estão países vizinhos, como a Rússia, além de União Europeia e Reino Unido. A WEG iniciou suas atividades na China em 2004, com uma fábrica produtora de motores elétricos trifásicos de baixa e alta tensão, em Nantong, também na província de Jiangsu.

 

Quase 60% da receita da empresa - R$ 11,97 bilhões no ano passado - foi gerada no mercado externo. A região da Ásia e Oceania respondeu por 6%. No primeiro semestre deste ano, a receita da WEG atingiu R$ 6,21 bilhões - o exterior gerou R$ 3,68 bilhões.
 
Fonte: Valor
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26 de agosto 2019

O que mudou com a atualização da NR-12?

Motivo de inúmeras polêmicas nos últimos anos, a NR-12 - a norma que trata de segurança do trabalho em máquinas, lançada em 1978 e revisada em 2010 - acaba de ser atualizada. A cerimônia de lançamento ocorreu em Brasília (DF) no último dia 30 de julho.
 
“São poucas alterações, mas significativas”, afirma João Alfredo Delgado, diretor executivo de Tecnologia da ABIMAQ, que participou da comissão tripartite (governo, trabalhadores e indústria) que promoveu a recente atualização. Em sua avaliação, agora, o texto da norma ficou mais simples e claro. “E, ao contrário do que se diz por aí, foram mantidas todas as condições de segurança para o trabalhador”.
 
“O maior ganho desta atualização está no campo da segurança jurídica”, frisa. “Melhoramos muito o texto, retirando trechos que geravam inúmeras dúvidas e de pendiam de interpretação. Para o setor de máquinas e equipamentos, essa clareza é fundamental. A norma ficou mais clara, mais adequada”.
 
Delgado lembra, por exemplo, que anteriormente algumas informações que constavam dos anexos se chocavam com o que estava escrito no corpo da norma, gerando impasses. Isto foi eliminado com a regulamentação de que prevalece o que estiver no anexo (que na maioria das vezes trata de assuntos específicos, caso das máquinas alimentícias, por exemplo). Outro ponto destacado é que as informações referentes à ergonomia foram retiradas da NR-12 - afinal existe uma norma específica para tanto, que é a NR-17 -, assim como tudo que diz respeito aos EPIs.
 
Para o diretor da ABIMAQ, outro avanço importante e “que era uma antiga reivindicação do setor” são as linhas de corte, tanto a temporal quanto a técnica. Se uma máquina foi fabricada em determinada época e atendia às normas de fabricação de então, não há porque precisar ser retrofitada. Se as máquinas mais modernas ganharam, por exemplo, sensores. “Isto não quer dizer que as máquinas fabricadas antes de repente ficaram inseguras. O que não pode é não pode é não atender normas e princípios de segurança, a máquina tem de ser segura”, diz, e exemplifica: “um carro fabricado há vários anos não ficou mais inseguro só porque o freio ABS foi inventado”.
 
O mesmo vale para o estado da técnica. A norma foi editada agora, mas novas evoluções surgirão. Novas tecnologias não poderão ser implementadas por não constarem da NR-12? Se a resposta for negativa, estaremos impedindo a evolução tecnológica. Então, sim, é possível utilizar, desde que seja documentado. (O artigo 12.1.9.1.1. trata da possibilidade de uso de medidas alternativas não previstas na NR-12). Delgado lembra ainda que todo o produto que tiver certificação do Inmetro não precisa seguir a NR-12, pois tem um certificado especifico.
 
Máquinas Importadas - Outro ponto é que a NR-12 vale tanto para máquinas nacionais quato importadas. Não há distinção e as importadas têm de obedecer às mesmas regulamentações que as nacionais.
 
Porém, nesse ponto ainda existe um impasse “que vem sendo tratado com o governo e que deve ser resolvido em breve”. Segundo Delgado, a questão está no despacho aduaneiro, onde restou uma porta aberta para se importar máquinas sem alguns requisitos. “As máquinas importadas também têm de seguir a mesma legislação. Nós não podemos exportar máquinas sem a marcação CEE (norma europeia), mas quando uma máquina chega ao Brasil isso não é verificado, não existe (ainda) um documento exigindo a verificação se a máquina importada tem ou não a plaqueta informando as normas que segue”.
 
Assim, é possível também entrar no País uma máquina com motor de baixa eficiência energética, fato que influi no preço do produto (um motor de alta eficiência energética pode ter um custo até 20% superior a outro que não segue as normas, influindo portanto nos custos do produto final e nas regras de concorrência). “Hoje, na Internet, é possível se encontrar oferta de máquinas com ou sem NR-12. Isto é um desvio de comércio. Em vários países não é probido usar motores de baixo eficiencia energética. É preciso então colocar uma exigência no despacho aduaneiro, a lei obriga a ter uma plaqueta na máquina e isto deve ser verificado”, diz, acrescentando, porém, que a maioria das máquinas que chegam ao Brasil cumprem a legislação.
 
Na opinião do diretor de Tecnologia da ABIMAQ, pode-se dizer que a NR-12 está resolvida a princípio, atendeu às demandas dos empresários e dos trabalhadores, mas agora precisa ser seguida e se garantir que seja cumprida. “Resumindo: a NR-12 está mais simples. Foram tiradas as dubiedades, pois numa página se dizia uma coisa e em outra dependia de interpretação. Ficou mais clara, mais simples, com os conceitos de segurança no corpo da norma. Agora o que está na norma é o “que” devo proteger e não o “como”, o que dava margem a várias interpretações”.


Fonte: Usinagem Brasil, CimmFonte: Abimaq

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01 de julho 2019

KAHL e Planalto presentes na CIBIO

Agradecemos a presença de todos que visitaram nosso estande e que puderam prestigiar a palestra do Marcelo Joaquim sobre: O mercado de pellets Brasil e no Mundo.

E claro! A nossa parceira Planalto Picadores pela confiança, que juntos podemos oferecer soluções integradas em projetos e construção de fábricas de pellets.

Aguardamos a sua próxima visita na feira Lignum que ocorre entre os dias 11 e 13 setembro.

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01 de julho 2019

Trajetória de Carreira

Durante o mês de junho ocorreu o encontro sobre, “Trajetória de Carreira”, com os Aprendizes da ACOMPAR. No encontro os jovens foram recebidos pela equipe de Recursos Humanos da TMSA, desenvolveram atividades em grupo, relacionadas ao futuro no mercado de trabalho e nas relações pessoais e profissionais.

#Juntostranformamos
#tecnologiaemmovimentação

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24 de junho 2019

APRENDIZES DA ACOMPAR VISITAM A TMSA

A TMSA recebeu o convite da ACOMPAR – Ação Comunitária Participativa para abordar o tema “Trajetória de Carreira” com os jovens do seu programa de aprendizagem.
O programa é desenvolvido pelo Núcleo IV da instituição o qual atua no desenvolvimento comunitário e conta com aproximadamente 80 adolescentes entre 15 e 17 anos.
Os jovens foram recebidos pela equipe de Recursos Humanos da TMSA entre os dias 04 e 06 de Junho. As atividades desenvolvidas foram planejadas com foco na inserção
dos adolescentes no mundo do trabalho.
Com dinâmicas, vídeos e apresentações os grupos tiveram a oportunidade de trabalhar a importância de conhecer o presente para planejar o futuro nas relações: família,
ACOMPAR e mercado de trabalho.
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24 de junho 2019

SAIBA MAIS SOBRE A ACOMPAR

Desenvolver um trabalho com as famílias em situação de vulnerabilidade social através dos serviços e projetos oferecidos pela instituição. Essa é a missão da Acompar – Ação
Comunitária Participativa que conta com cinco núcleos em pontos estratégicos da Zona
Norte de Porto Alegre, onde desenvolve atividades de Educação Infantil de 0 a 5 anos, SCFV (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos) de 6 a 14 e de 15 a 17
anos, o Programa de Aprendizagem e o Serviço Especializado em Abordagem Social.
Em 2003, visando contribuir de forma mais consistente e comprometida com sua comunidade, a TMSA cedeu parte do seu terreno para construção de uma nova unidade da creche ACOMPAR, localizado na rua João Paris, 1107. O Núcleo III foi inaugurado em 27 de novembro de 2003, através de parceria entre a ACOMPAR e
TMSA, que naquela época, disponibilizou o prédio para atendimento de 60 crianças.
Em julho de 2010, foi inaugurado um prédio de dois pisos, em anexo ao prédio já existente, para aumentar a oferta de vagas e atender a demanda da região Norte de Porto Alegre. Dessa maneira, a oferta foi ampliada em mais três salas, atingindo a capacidade atual de 108 crianças. As vagas são reservadas para crianças de 01 a 05
anos, preferencialmente para famílias de baixa renda, filhos de pais desempregados, com grande número de filhos, residentes na região e com baixo grau de escolaridade.
A objetivo da TMSA foi aproveitar melhor a infra-estrutura da empresa, gerando maiores benefícios para a comunidade, principalmente para os moradores do bairro,
além de ajudar no processo de formação de crianças carentes.
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18 de junho 2019

ABIMAQ quer manutenção de nacionalização de aerogeradores

?A ABIMAQ entende que as regras de nacionalização de aerogeradores do BNDES não devem mudar, enxergando oportunidades para aprimoramentos no sentido de incluir itens que já poderiam ser produzidos pela indústria local e retirar da tabela dos opcionais itens que não são fabricados localmente. De acordo com o presidente do conselho de Energia Eólica da associação, Roberto Veiga, apesar desse entendimento a ABIMAQ ainda não decidiu como apresentar a sugestão para o banco de desenvolvimento.

De acordo com o executivo, a associação começou a discutir o assunto em suas reuniões mensais a partir de uma demanda do mercado. Alguns fornecedores, diante do crescimento das máquinas anunciadas pelos fabricantes no mercado brasileiro, manifestaram questionamento sobre a manutenção das regras de conteúdo local, já que a adaptação dos maquinários para produzir novas peças demandaria novos investimentos - e uma mudança na política de nacionalização poderia colocá-los em risco.
Para ele, as discussões devem girar em torno de atualizar a nova capacidade da indústria e o que pode ser feito para que a indústria local se torne mais competitiva globalmente. "Financiamento para a cadeia produtiva, com juros mais baixos e prazos mais longos, como os cedidos aos desenvolvedores", sugere Veiga.

Atualização de barreiras a importados
Outra pauta da ABIMAQ relacionada à indústria eólica é a atualização dos editais dos leilões e da Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec), para que a isenção do imposto de importação seja concedida apenas para os aerogeradores com potência nominal superior aos modelos anunciados pela indústria local. A lista isenta de imposto de importação (alíquota aplicável de 14%) qualquer grupo eletrogêneo eólico com potência superior a 3,3 MW.
No caso do leilão A-4, o edital já publicado prevê que aerogeradores acima de 2,5 MW podem ser importados, um patamar já bem abaixo do produzido pela indústria local.
A Aneel deve publicar o edital do A-6 até um mês antes da realização da concorrência, marcada para o dia 17/10. O mercado em geral espera uma demanda maior para este segundo leilão e a ABIMAQ pleiteia junto ao Ministério de Minas e Energia que a barreira para importados suba no próximo edital.

Fonte: Brasil Energia, Brain Maket
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17 de junho 2019

Importadores de máquinas esperam queda de tarifa até junho

Os importadores de máquinas e equipamentos esperam para até junho alguma redução na alíquota de importação sobre bens de capital, atualmente em 14%, em média, e aguardam nas próximas semanas a edição da portaria que vai simplificar o processo de internalização dos ex-tarifários, aqueles produtos que não têm similar nacional.

No fim do ano passado, ainda no governo Michel Temer, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou redução gradual, de 14% para 4% ao longo de quatro anos, da tarifa de importação de bens de capital e informática. A medida ainda não foi publicada. Em outra ação, o governo pretende simplificar a concessão de ex-tarifários, em que a tarifa cai a zero para produtos sem simular nacional. No mesmo processo pretende reduzir o tempo de tramitação dos pedidos, hoje em torno de 90 dias, e permitir a importação de bens produzidos no país, mas que têm preços e prazos não competitivos.

 

"O secretário Carlos da Costa não disse nada conclusivo, mas interpretamos que a tarifa reduz um pouco neste ano e depois cai de maneira mais acelerada até chegar a 4% em quatro anos", afirmou Ennio Crispino, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei), a respeito de reunião recente mantida com o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade. "Isso deve ser anunciado entre maio e junho. É uma das agendas positivas para a indústria que o governo pretende anunciar", disse.
Com a simplificação de processos e a redução da tarifa de importação, o governo atende às principais demandas do setor. "As medidas permitem o acesso a tecnologias de ponta que ajudam no aumento da produtividade e da competitividade da indústria. E a redução gradual de tarifas preserva a indústria nacional", opina Crispino.
Receosa, a Abimaq, associação dos fabricantes, apresentou ao governo um longo estudo que propõe medidas alternativas à abertura do mercado de máquinas.
Não há estimativa de quanto a importação de máquinas, equipamentos e acessórios poderia aumentar com as novas medidas.
"O mercado interno continua retraído. Com a crise, a indústria deixou de investir em bens de capital, seja importado, seja nacional", diz Crispino. Mesmo que o país entrasse em ritmo de crescimento mais robusto, demoraria de dois a três anos para que as importações voltassem aos níveis pré-crise. "As empresas precisam ter segurança no cenário político e econômico para voltar a investir."
Segundo dados da Abimei, no primeiro trimestre as importações de bens de capital cresceram 6,1%, para US$ 6,62 bilhões (US$ 6,24 bilhões no mesmo período do ano passado). As compras de peças e acessórios para bens de capital caíram 3%, para US$ 4,7 bilhões, e as de peças e equipamentos de transporte recuaram 16%, para US$ 2,8 bilhões no período.
Para o economista-chefe da Abimei, Otto Nogami, o aumento das compras de bens de capital é ainda efeito do aumento de confiança registrado em 2018 com relação ao desempenho da economia neste ano. Como entre a encomenda e a importação passam-se meses, a alta de agora reflete a expectativa passada. As importações de acessórios respondem mais à confiança no momento atual, que se deteriorou junto com as perspectivas de crescimento da economia em 2019. Seja como for, alguns poucos segmentos estão investindo na importação, como o automotivo. "Timidamente, algumas empresas têm investido num aumento de capacidade de produção."

 

Segundo o presidente da Abimei, as importações começaram o ano num ritmo bom, mas as indefinições em torno da reforma da Previdência estancaram o processo de melhoria. "Houve um sobressalto", diz. Ele vê perspectivas melhores nas importações dos setores agrícola e de óleo e gás. "A Petrobras deu uma estancada muito forte nos últimos três anos e chega um momento em que precisa se abastecer."
 

Fonte: Valor  

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05 de junho 2019

Capacitação do Programa Gestão por Competências TMSA

Em continuidade aos treinamentos comportamentais do Programa Gestão por Competências da TMSA, ocorreu em  maio a capacitação para o turno da noite.

Em parceria com o consultor Gilberto Pacheco da Qualisênior os temas abordados foram:

• Trabalho em equipe
• Credibilidade e Comprometimento
• Qualidade e Foco em Resultados
• Proatividade e Melhoria Contínua
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05 de junho 2019

Um ano de Zero Acidentes

O comprometimento e o envolvimento dos colaboradores com a segurança na TMSA fez com que a gente comemore um ano sem acidentes em nossas obras.
É um marco que merece destaque e reconhecimento. Para Luciano Martimbianco, Gerente de Montagem da TMSA “12 meses sem acidente com afastamento
reflete as ações que cada um tem desempenhado em suas obras, visando a segurança de todos. Aproveitamos para lançar um novo desafio, chegar aos 24
meses sem acidentes.”

Parabéns aos colaboradores do MEX envolvidos nesta conquista!!!
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29 de maio 2019

Mineração pode "transcender" China, diz chefe da Glencore

A indústria mineradora e metais pode "transcender" a China, seu maior cliente, sustentada pela maior demanda por matérias-primas decorrente das melhoras no padrão de vida mundial e do uso de energias mais limpas, segundo Ivan Glasenberg, o bilionário chefe da Glencore. Por mais de dez anos, o setor de mineração direcionou suas atenções para a China, injetando bilhões de dólares em novos projetos e fusões e aquisições para atender a demanda aparentemente insaciável do país por commodities. Os investidores, no entanto, começaram a ter dúvidas quanto às perspectivas de expansão do setor de mineração diante da mudança na forma de crescimento da China, que passou a depender mais do consumo. Falando durante uma conferência para investidores em Barcelona, Glasenberg disse que a urbanização na África e em partes da Ásia, somada à transição energética, prenuncia um futuro brilhante para o setor. "Nossa indústria pode transcender a jornada da China rumo a uma economia guiada pelo consumo", disse. "As necessidades futuras pelas commodities que produzimos provavelmente vão ser similares às do passado. Tudo se resume à demografia."

Para que o padrão de vida mundial se equipare ao dos países desenvolvidos até 2050, vão ser necessárias 428 milhões de toneladas adicionais de cobre até esse ano, segundo executivo. É cerca de 2,5 vezes o atual estoque mundial. A transição para um transporte movido a eletricidade também vai impulsionar a demanda por cobre em 3 milhões de toneladas adicionais por ano até 2030. Para o níquel e o cobalto, as projeções são de 2,3 milhões de toneladas e de 263 mil toneladas adicionais por ano. "Em 2030 [...] a demanda dos veículos elétricos [vai ser] equivalente a quase o dobro da nova oferta total de todos os prováveis projetos [de produção cobre]", disse. Glasenberg ressaltou que aumentar a produção das minas vai ser difícil porque os recursos de alta qualidade e fácil desenvolvimento estão se esgotando. "Os recursos remanescentes são cada vez mais difíceis de minerar e [sua exploração é] frequentemente dificultada por locais problemáticos, pior qualidade, mineralogia mais complexa, infraestrutura deficiente e dimensões sem escala comercial."

A Glencore é uma das maiores produtoras mundiais de cobre, níquel e cobalto. Também é uma grande fornecedora de carvão térmico, um combustível fóssil que é queimado em usinas termelétricas para gerar eletricidade. As ações da mineradora tiveram problemas para se valorizar neste ano, afetadas por receios quanto à desaceleração do crescimento mundial, à revisão das projeções de desempenho de suas operações de cobre e níquel e às notícias de uma investigação das autoridades americanas de supervisão do mercado de commodities sobre possíveis práticas corruptas. "A companhia já alertou para prováveis novas reduções na previsão de produção anual de cobre", escreveu o analista Sam Catalano, do Credit Suisse, em informe. "Além disso, depois do primeiro trimestre relativamente fraco, prevemos que a produção vai ficar pesadamente mais desequilibrada para o segundo semestre na maioria das divisões e alertamos para o risco de mais cortes abrangentes nas previsões anuais [da empresa]", escreveu Catalano.

Fonte: Valor 

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28 de maio 2019

SEGURANÇA EM FOCO NA OBRA DE PARANAGUÁ

O diálogo diário de segurança e produtividade (DDS) da obra de Paranaguá, que aconteceu no dia 15 de maio, abordou a NR 35 ? Trabalho em altura e uso do
cinto de segurança. As atividades desenvolvidas na ocasião foram:

? Simulação de utilização da linha de vida;
? Utilização correta de fixar o talabarte à linha de vida;
? Utilização correta de vestir e ajustar o cinto de segurança.
 
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