02 de outubro 2019

Exportações de milho chegam a 40 milhões de toneladas em 12 meses

O milho se mantém como o grande destaque da balança comercial do agronegócio brasileiro neste ano.

As exportações de janeiro a setembro somaram 29,2 milhões de toneladas, 132% mais do que em igual período de 2018.

As receitas também são destaque. Ao atingirem US$ 5,1 bilhões de janeiro a setembro, superaram em 143% as do ano passado.

Ao registrar esse volume financeiro, o milho sai da sexta posição da balança do agronegócio nos nove primeiros meses de 2018 para a segunda neste ano, considerando apenas os alimentos.

As exportações estão tão aceleradas que o cereal deixa para trás carnes de frango e de boi, café e farelo de soja. As vendas externas de milho, que já são recordes, deverão atingir, em 2019, um patamar nunca registrado antes pelo país.

As vendas externas do cereal ajudam a compensar as de soja, que estão em ritmo menor neste ano. A Secex aponta a saída de 57 milhões de toneladas da oleaginosa de janeiro a setembro, 18% menos do que em 2018.

Além da queda no volume, os preços menores da oleaginosa no mercado externo provocam redução ainda maior nas receitas obtidas pelo Brasil. As exportações deste ano caíram para US$ 21,5 bilhões, abaixo dos US$ 28 bilhões de igual período de 2018.

As vendas externas de milho se intensificam porque a produção nacional será recorde, próxima de 100 milhões de toneladas.

Além disso, os exportadores brasileiros ocuparam parte de um espaço deixado pelos norte-americanos que, prevendo queda de safra nos Estados Unidos, retardaram suas vendas.

Já a soja, mesmo com a continuidade da guerra comercial entre Estados Unidos e China, não repete o bom patamar de 2018.

A China, principal consumidora mundial, tem bons estoques, após a intensa compra no Brasil em 2018. A redução do rebanho de suínos, devido à peste suína africana, também afeta o consumo, reduzindo a demanda pela oleaginosa.

Básicos As exportações de produtos básicos somaram US$ 88 bilhões até setembro deste ano. A soja liderou, seguida de petróleo (US$ 17,4 bilhões) e de minério de ferro (US$ 16,6 bilhões).

Carnes Este é um bom ano para as proteínas animais. As exportações de carne de frango “in natura” renderam US$ 4,7 bilhões até setembro. As de bovino subiram para US$ 4,2 bilhões, e as de suíno atingiram US$ 1 bilhão.

Algodão A commodity é outro destaque na balança comercial brasileira. As receitas de setembro somaram US$ 229 milhões, 37% mais do que as de igual mês do ano passado, conforme dados da Secex.

Fonte: Folha SP??

Saiba mais

30 de setembro 2019

Porto de Itajaí lidera ranking de desempenho ambiental no país

?O Porto de Itajaí lidera o ranking de Índice de Desempenho Ambiental (IDA), desenvolvido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), entre os portos públicos brasileiros. O terminal alcançou o índice 99,4, à frente do Porto de Paranaguá (PR), que teve ficou com 99,2, e que havia liderado o ranking em anos anteriores.

O Complexo Portuário também se destacou entre os terminais privados: a Portonave, em Navegantes, é o 2º melhor colocado no país, com índice 87,8. O 1º lugar é do Terminal Marítimo Ponta da Madeira, no Maranhão.

O IDA considera 38 indicadores, que incluem, entre outros, o licenciamento, as certificações ambientais, uso de energia limpa e renovável, controle de poluentes e adequação às normas de controle de cargas perigosas.

O superintendente do Porto de Itajaí, Fábio da Veiga, citou o controle de qualidade do ar, dentro e fora do terminal, o sistema de saneamento e os monitoramentos ambientais como diferenciais que levaram o porto ao melhor resultado do país. O ranking é um aliado na busca por novas parcerias comerciais – especialmente internacionais. A conformidade ambiental do porto é um dos argumentos de negociação na importação de veículos.? 

Fonte: NSC Total?

Saiba mais

23 de setembro 2019

Terminais do Porto de Santos projetam recordes para 2019

Terminais de contêineres do Porto de Santos projetam recordes de movimentação de cargas até o fim do ano. A expectativa tem como base a recuperação do setor prevista para o atual semestre.

Nos seis primeiros meses do ano, 1,9 milhão de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) entraram ou saíram do cais santista. O volume representa uma queda de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a movimentação de contêineres atingiu 2 milhões de TEU no primeiro semestre.

Mas ao se analisar os números dos sete primeiros meses, essa redução fica em 1,9% – foram 2,34 milhões de TEU de janeiro a julho de 2018 e 2,3 milhões de TEU no mesmo período deste ano. Para os terminais, os próximos meses devem garantir recuperação.

Algumas instalações tiveram um primeiro semestre positivo. “Essa movimentação acumulada na primeira metade de 2019 representou um crescimento de aproximadamente 13% quando comparado ao período equivalente do ano anterior”, destacou o diretor comercial da Santos Brasil, Marcos Tourinho, sobre as operações da empresa.

Segundo o executivo, entre janeiro e junho, o Tecon Santos movimentou aproximadamente 800 mil TEU. Até o final do ano, a empresa pretende atingir a marca de 1,44 milhão de TEU, um crescimento de cerca de 20% em relação ao volume operado em 2018.

“O crescimento de volume esperado para 2019 tem como principais vetores os novos contratos comerciais de serviços de longo curso com rota para a Ásia, assinados em 2018, sendo que o início da operação de um deles ocorreu em janeiro de 2019. O crescimento orgânico, dependente da dinâmica macroeconômica do País, poderá impulsionar o volume de contêineres no segundo semestre de 2019”, destacou o executivo.

O diretor comercial da DP World Santos, Fabio Siccherino, também segue otimista. “Devemos fechar o ano com uma movimentação superior ao ano passado, de aproximadamente 650 mil TEU e pouco mais de 600 mil toneladas de celulose”.

A empresa aposta em uma recuperação das operações no segundo semestre. Isto porque, entre janeiro e junho, o volume de contêineres movimentados foi 5% inferior se comparado ao mesmo período de 2018.

“O primeiro semestre de 2019 foi marcado pela reestruturação dos serviços de navegação de longo curso que escalam o Porto de Santos. Em abril, iniciamos a operação de novos serviços envolvendo os armadores CMA CGM, Evergreen, Cosco e Yang Ming, que representaram um aumento nos volumes movimentados mensalmente. Houve um aumento significativo nos demais serviços de valor agregado oferecidos pelo terminal, entre eles, Crossdocking, Armazém Geral e Transporte Rodoviário”, explica Siccherino.

Economia

A situação da economia brasileira explica o resultado negativo do primeiro semestre na Brasil Terminal Portuário (BTP). De janeiro a junho, foram 695.734 TEU, uma queda de 2% em relação aos primeiros seis meses do ano passado.

Mas, para 2019, as expectativas são positivas. A BTP espera um crescimento de 5% sobre o ano passado, quando operou 1,3 milhão de TEU. “Para este segundo semestre, temos uma expectativa mais positiva, principalmente nas exportações de proteína animal, algodão, milho e café para o extremo oriente. A vinda à BTP das escalas de exportação de serviços da Ásia, durante o período de pico, também contribuirá para uma melhora do resultado esperado”, destacou a empresa, em nota.

Empresas planejam crescimento anual

Obras de expansão, novos contratos e investimentos em tecnologia. Os terminais de contêineres planejam estratégias para garantir o aumento das operações no cais santista até o final deste ano.

Na DP World, que fica na Área Continental de Santos, os investimentos foram de R$ 20 milhões. Segundo o diretor comercial do terminal, Fabio Siccherino, o montante foi utilizado na construção de um novo galpão. Também estão previstos outros esforços na expansão das operações de celulose.

“Em março deste ano, iniciamos a operação de um novo armazém logística de 6 mil metros quadrados para operação de ova e desova de contêineres, que será utilizado para armazenagem de carga geral, além de operações de ova e desova de contêineres”, destacou o executivo.

Já no Tecon Santos, administrado pela Santos Brasil, o foco elevar o nível de serviço prestado na instalação. Para o diretor comercial da empresa, Marcos Tourinho, o aumento do volume operado consolida a estratégia de manter o foco no cliente, oferecendo termos e condições competitivas e serviços customizados.

“Adicionalmente, estamos realizando vultosos investimentos na modernização e expansão das operações do Tecon Santos, com a ampliação da infraestrutura, envolvendo a aquisição de novos equipamentos para a movimentação de cargas, a qualificação e aprimoramento de pessoal e a busca de novas ferramentas tecnológicas que aumentem a eficiência dos processos e do fluxo operacional do terminal”, destacou Tourinho.

Segundo o executivo, está previsto para as próximas semanas o início das obras de expansão do cais do Tecon. A obra adicionará 220 metros ao cais atual, que passará a ter 1.510 metros de extensão (considerando os 310 metros do cais do TEV).

A nova infraestrutura de berços de atracação, somada aos novos guindastes de cais e aos demais equipamentos adquiridos no ano passado, permitirá a operação simultânea de até três navios de 366 metros de comprimento, da classe New Panamax.

Também foi realizada a compra de dois guindastes tipo “STS Gantry-Cranes”, com entrega prevista para o primeiro trimestre do ano que vem.

Já na Brasil Terminal Portuário (BTP), os investimentos somam US$ 10 milhões, o equivalente a mais de R$ 37 milhões. A empresa investiu na ampliação da frota com a aquisição de equipamentos de última geração. Foram quatro RTGs, dois Reach Stackers e 12 Terminal Tractors.

O terminal de contêineres que fica na Alemoa também aposta na aprovação de reformas estruturantes – principalmente a da Previdência. Com isso, a expectativa é de uma reação positiva da economia.

Fonte: A Tribuna

Saiba mais

23 de setembro 2019

Movimento de cargas no Porto de Santos em julho bate novo recorde

O mês de julho registrou a melhor movimentação mensal de cargas da história do Porto de Santos. Foram 12,74 milhões de toneladas de carga movimentada, número que supera em 2,1% o recorde anterior (12,48 milhões, em agosto de 2018) e em 7,3% o registrado no mesmo mês do ano passado (11,87 milhões). No acumulado do ano, o Porto de Santos ficou estável, registrando 76,33 milhões de toneladas, resultado 0,01% inferior ao observado no mesmo período do ano passado (76,34 milhões). Os números foram compilados pela Gerência de Tarifas e Estatísticas da Autoridade Portuária de Santos.

Outro número que merece destaque é a movimentação de contêineres, a segunda melhor mensal do Porto, totalizando 370.407 TEUs, um crescimento de 7,1% em relação ao mesmo mês do ano passado (345.748 TEUs). O recorde histórico é do mês de agosto de 2018, com 387.791 TEUs.

Os embarques pelo Porto de Santos atingiram também seu segundo melhor resultado mensal histórico: 9,09 milhões (o recorde foi registrado em agosto de 2017, com mínima diferença percentual). O crescimento em relação a julho de 2018 foi de 6,1%. A carga com a maior movimentação neste mês foi o milho, também com recorde de volume: 3,03 milhões de toneladas, praticamente 1/3 do total de embarques.
 

Nos desembarques, julho de 2019 registrou 3,66 milhões de toneladas, recorde para o mês e o segundo melhor movimento mensal da história (o recorde foi registrado em novembro do ano passado: 3,73 milhões de toneladas). O crescimento em relação ao mesmo mês do ano passado foi de 10,6%.

Além do milho, as cargas com maior movimento no mês foram as do complexo soja (grãos e farelos, somados), com 1,73 milhão de toneladas; açúcar (1,31 milhão de toneladas) e adubo (a primeira nos desembarques, com 623,34 mil toneladas).

Movimentação anual

A movimentação de cargas no Porto de Santos em 2019, até julho, foi de 76,33 milhões de toneladas, segundo melhor resultado histórico para o período. O total de embarques foi de 54,13 milhões, decréscimo de 0,8% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. A carga com a maior tonelagem foi o complexo soja, com a marca de 19,68 milhões, queda de 8,7% em relação a 2018 (21,55 milhões de toneladas).

O segundo produto em movimentação foi o açúcar, com a marca de 7,56 milhões de toneladas. O resultado é 9,2% menor que o de 2018 (8,32 milhões de toneladas, de janeiro a julho). Em terceiro no ranking está o milho, com 5,42 milhões de toneladas. O crescimento é de 99,7%, não somente por uma safra maior, mas também refletindo o impasse no preço do frete que afetou o escoamento da safra no ano passado. Outras cargas que se destacaram pelo volume foram a celulose (2,78 milhões de toneladas, crescimento de 11% em relação a 2018) e café (1,29 milhão de toneladas).

No fluxo de desembarques, houve crescimento de 2% em relação aos primeiros sete meses de 2018. Foram 22,20 milhões de toneladas, ante 21,77 milhões no ano passado. O produto de maior movimentação foi o adubo, com 2,71 milhões de toneladas, sendo a 5º carga de maior tonelagem no Porto de Santos. Na comparação com 2018, houve aumento de 34,9% (2,01 milhões). A 2ª carga mais desembarcada foi o óleo diesel, com 1,26 milhão de toeneladas. Em 3º, o enxofre, com 1,06 milhão (16,5% de redução).

As atracações de navios somaram 429 em julho, 15 a mais que na base anual. No ano, no entanto, houve queda de 2.854 atracações no período, para 2.789, o que significa que a consignação média (quantidade de carga por navio) subiu 2,77%, indo de 27.539 toneladas por embarcação, em 2018, para 28.301 este ano. Este cálculo leva em conta apenas os navios cargueiros.

Saiba mais

26 de agosto 2019

WEG inaugura fábrica na China para automação

A WEG, fabricante brasileira de motores elétricos e equipamentos, vai inaugurar neste mês a primeira fábrica de aparelhos de automação industrial na China. A ideia é entrar no mercado chinês de automação e, futuramente, exportar para Rússia e Europa. A nova unidade fabril deve começar a produzir no fim de agosto.

 

A fábrica está situada em Changzhou, província de Jiangsu, onde a empresa possui outras duas unidades de fabricação de motores elétricos e componentes. Em um primeiro momento produzirá inversores de frequência de baixa tensão, minidisjuntores e dispositivos diferenciais-residuais. O investimento inicial em maquinário para a nova fábrica é de cerca de R$ 15 milhões.
 
"A nova fábrica é a quarta da WEG na China, mas a primeira dedicada à automação industrial. Todas as outras no país são de motores elétricos", afirmou ao ValorManfred Peter Johann, diretor superintendente de automação da empresa. No total, ele afirma, a nova planta terá 14.500 metros quadrados.
 
Segundo Johann, o novo investimento é parte do processo de internacionalização da área de automação da WEG, na qual a empresa busca maior competitividade e fortalecimento no continente asiático.
 
"A primeira etapa é o mercado chinês. Vamos usar a sinergia com as empresas globais que usam nossos motores e têm presença na China. O mercado chinês é muito grande, então buscaremos market share de um dígito nos próximos três anos", afirma. "Em uma segunda etapa, vamos atender outros países a partir da China."
 
No radar estão países vizinhos, como a Rússia, além de União Europeia e Reino Unido. A WEG iniciou suas atividades na China em 2004, com uma fábrica produtora de motores elétricos trifásicos de baixa e alta tensão, em Nantong, também na província de Jiangsu.

 

Quase 60% da receita da empresa - R$ 11,97 bilhões no ano passado - foi gerada no mercado externo. A região da Ásia e Oceania respondeu por 6%. No primeiro semestre deste ano, a receita da WEG atingiu R$ 6,21 bilhões - o exterior gerou R$ 3,68 bilhões.
 
Fonte: Valor
Saiba mais

26 de agosto 2019

O que mudou com a atualização da NR-12?

Motivo de inúmeras polêmicas nos últimos anos, a NR-12 - a norma que trata de segurança do trabalho em máquinas, lançada em 1978 e revisada em 2010 - acaba de ser atualizada. A cerimônia de lançamento ocorreu em Brasília (DF) no último dia 30 de julho.
 
“São poucas alterações, mas significativas”, afirma João Alfredo Delgado, diretor executivo de Tecnologia da ABIMAQ, que participou da comissão tripartite (governo, trabalhadores e indústria) que promoveu a recente atualização. Em sua avaliação, agora, o texto da norma ficou mais simples e claro. “E, ao contrário do que se diz por aí, foram mantidas todas as condições de segurança para o trabalhador”.
 
“O maior ganho desta atualização está no campo da segurança jurídica”, frisa. “Melhoramos muito o texto, retirando trechos que geravam inúmeras dúvidas e de pendiam de interpretação. Para o setor de máquinas e equipamentos, essa clareza é fundamental. A norma ficou mais clara, mais adequada”.
 
Delgado lembra, por exemplo, que anteriormente algumas informações que constavam dos anexos se chocavam com o que estava escrito no corpo da norma, gerando impasses. Isto foi eliminado com a regulamentação de que prevalece o que estiver no anexo (que na maioria das vezes trata de assuntos específicos, caso das máquinas alimentícias, por exemplo). Outro ponto destacado é que as informações referentes à ergonomia foram retiradas da NR-12 - afinal existe uma norma específica para tanto, que é a NR-17 -, assim como tudo que diz respeito aos EPIs.
 
Para o diretor da ABIMAQ, outro avanço importante e “que era uma antiga reivindicação do setor” são as linhas de corte, tanto a temporal quanto a técnica. Se uma máquina foi fabricada em determinada época e atendia às normas de fabricação de então, não há porque precisar ser retrofitada. Se as máquinas mais modernas ganharam, por exemplo, sensores. “Isto não quer dizer que as máquinas fabricadas antes de repente ficaram inseguras. O que não pode é não pode é não atender normas e princípios de segurança, a máquina tem de ser segura”, diz, e exemplifica: “um carro fabricado há vários anos não ficou mais inseguro só porque o freio ABS foi inventado”.
 
O mesmo vale para o estado da técnica. A norma foi editada agora, mas novas evoluções surgirão. Novas tecnologias não poderão ser implementadas por não constarem da NR-12? Se a resposta for negativa, estaremos impedindo a evolução tecnológica. Então, sim, é possível utilizar, desde que seja documentado. (O artigo 12.1.9.1.1. trata da possibilidade de uso de medidas alternativas não previstas na NR-12). Delgado lembra ainda que todo o produto que tiver certificação do Inmetro não precisa seguir a NR-12, pois tem um certificado especifico.
 
Máquinas Importadas - Outro ponto é que a NR-12 vale tanto para máquinas nacionais quato importadas. Não há distinção e as importadas têm de obedecer às mesmas regulamentações que as nacionais.
 
Porém, nesse ponto ainda existe um impasse “que vem sendo tratado com o governo e que deve ser resolvido em breve”. Segundo Delgado, a questão está no despacho aduaneiro, onde restou uma porta aberta para se importar máquinas sem alguns requisitos. “As máquinas importadas também têm de seguir a mesma legislação. Nós não podemos exportar máquinas sem a marcação CEE (norma europeia), mas quando uma máquina chega ao Brasil isso não é verificado, não existe (ainda) um documento exigindo a verificação se a máquina importada tem ou não a plaqueta informando as normas que segue”.
 
Assim, é possível também entrar no País uma máquina com motor de baixa eficiência energética, fato que influi no preço do produto (um motor de alta eficiência energética pode ter um custo até 20% superior a outro que não segue as normas, influindo portanto nos custos do produto final e nas regras de concorrência). “Hoje, na Internet, é possível se encontrar oferta de máquinas com ou sem NR-12. Isto é um desvio de comércio. Em vários países não é probido usar motores de baixo eficiencia energética. É preciso então colocar uma exigência no despacho aduaneiro, a lei obriga a ter uma plaqueta na máquina e isto deve ser verificado”, diz, acrescentando, porém, que a maioria das máquinas que chegam ao Brasil cumprem a legislação.
 
Na opinião do diretor de Tecnologia da ABIMAQ, pode-se dizer que a NR-12 está resolvida a princípio, atendeu às demandas dos empresários e dos trabalhadores, mas agora precisa ser seguida e se garantir que seja cumprida. “Resumindo: a NR-12 está mais simples. Foram tiradas as dubiedades, pois numa página se dizia uma coisa e em outra dependia de interpretação. Ficou mais clara, mais simples, com os conceitos de segurança no corpo da norma. Agora o que está na norma é o “que” devo proteger e não o “como”, o que dava margem a várias interpretações”.


Fonte: Usinagem Brasil, CimmFonte: Abimaq

Saiba mais

01 de julho 2019

KAHL e Planalto presentes na CIBIO

Agradecemos a presença de todos que visitaram nosso estande e que puderam prestigiar a palestra do Marcelo Joaquim sobre: O mercado de pellets Brasil e no Mundo.

E claro! A nossa parceira Planalto Picadores pela confiança, que juntos podemos oferecer soluções integradas em projetos e construção de fábricas de pellets.

Aguardamos a sua próxima visita na feira Lignum que ocorre entre os dias 11 e 13 setembro.

Saiba mais

01 de julho 2019

Trajetória de Carreira

Durante o mês de junho ocorreu o encontro sobre, “Trajetória de Carreira”, com os Aprendizes da ACOMPAR. No encontro os jovens foram recebidos pela equipe de Recursos Humanos da TMSA, desenvolveram atividades em grupo, relacionadas ao futuro no mercado de trabalho e nas relações pessoais e profissionais.

#Juntostranformamos
#tecnologiaemmovimentação

Saiba mais

24 de junho 2019

SAIBA MAIS SOBRE A ACOMPAR

Desenvolver um trabalho com as famílias em situação de vulnerabilidade social através dos serviços e projetos oferecidos pela instituição. Essa é a missão da Acompar – Ação
Comunitária Participativa que conta com cinco núcleos em pontos estratégicos da Zona
Norte de Porto Alegre, onde desenvolve atividades de Educação Infantil de 0 a 5 anos, SCFV (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos) de 6 a 14 e de 15 a 17
anos, o Programa de Aprendizagem e o Serviço Especializado em Abordagem Social.
Em 2003, visando contribuir de forma mais consistente e comprometida com sua comunidade, a TMSA cedeu parte do seu terreno para construção de uma nova unidade da creche ACOMPAR, localizado na rua João Paris, 1107. O Núcleo III foi inaugurado em 27 de novembro de 2003, através de parceria entre a ACOMPAR e
TMSA, que naquela época, disponibilizou o prédio para atendimento de 60 crianças.
Em julho de 2010, foi inaugurado um prédio de dois pisos, em anexo ao prédio já existente, para aumentar a oferta de vagas e atender a demanda da região Norte de Porto Alegre. Dessa maneira, a oferta foi ampliada em mais três salas, atingindo a capacidade atual de 108 crianças. As vagas são reservadas para crianças de 01 a 05
anos, preferencialmente para famílias de baixa renda, filhos de pais desempregados, com grande número de filhos, residentes na região e com baixo grau de escolaridade.
A objetivo da TMSA foi aproveitar melhor a infra-estrutura da empresa, gerando maiores benefícios para a comunidade, principalmente para os moradores do bairro,
além de ajudar no processo de formação de crianças carentes.
Saiba mais

18 de junho 2019

ABIMAQ quer manutenção de nacionalização de aerogeradores

?A ABIMAQ entende que as regras de nacionalização de aerogeradores do BNDES não devem mudar, enxergando oportunidades para aprimoramentos no sentido de incluir itens que já poderiam ser produzidos pela indústria local e retirar da tabela dos opcionais itens que não são fabricados localmente. De acordo com o presidente do conselho de Energia Eólica da associação, Roberto Veiga, apesar desse entendimento a ABIMAQ ainda não decidiu como apresentar a sugestão para o banco de desenvolvimento.

De acordo com o executivo, a associação começou a discutir o assunto em suas reuniões mensais a partir de uma demanda do mercado. Alguns fornecedores, diante do crescimento das máquinas anunciadas pelos fabricantes no mercado brasileiro, manifestaram questionamento sobre a manutenção das regras de conteúdo local, já que a adaptação dos maquinários para produzir novas peças demandaria novos investimentos - e uma mudança na política de nacionalização poderia colocá-los em risco.
Para ele, as discussões devem girar em torno de atualizar a nova capacidade da indústria e o que pode ser feito para que a indústria local se torne mais competitiva globalmente. "Financiamento para a cadeia produtiva, com juros mais baixos e prazos mais longos, como os cedidos aos desenvolvedores", sugere Veiga.

Atualização de barreiras a importados
Outra pauta da ABIMAQ relacionada à indústria eólica é a atualização dos editais dos leilões e da Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec), para que a isenção do imposto de importação seja concedida apenas para os aerogeradores com potência nominal superior aos modelos anunciados pela indústria local. A lista isenta de imposto de importação (alíquota aplicável de 14%) qualquer grupo eletrogêneo eólico com potência superior a 3,3 MW.
No caso do leilão A-4, o edital já publicado prevê que aerogeradores acima de 2,5 MW podem ser importados, um patamar já bem abaixo do produzido pela indústria local.
A Aneel deve publicar o edital do A-6 até um mês antes da realização da concorrência, marcada para o dia 17/10. O mercado em geral espera uma demanda maior para este segundo leilão e a ABIMAQ pleiteia junto ao Ministério de Minas e Energia que a barreira para importados suba no próximo edital.

Fonte: Brasil Energia, Brain Maket
Saiba mais

17 de junho 2019

Importadores de máquinas esperam queda de tarifa até junho

Os importadores de máquinas e equipamentos esperam para até junho alguma redução na alíquota de importação sobre bens de capital, atualmente em 14%, em média, e aguardam nas próximas semanas a edição da portaria que vai simplificar o processo de internalização dos ex-tarifários, aqueles produtos que não têm similar nacional.

No fim do ano passado, ainda no governo Michel Temer, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou redução gradual, de 14% para 4% ao longo de quatro anos, da tarifa de importação de bens de capital e informática. A medida ainda não foi publicada. Em outra ação, o governo pretende simplificar a concessão de ex-tarifários, em que a tarifa cai a zero para produtos sem simular nacional. No mesmo processo pretende reduzir o tempo de tramitação dos pedidos, hoje em torno de 90 dias, e permitir a importação de bens produzidos no país, mas que têm preços e prazos não competitivos.

 

"O secretário Carlos da Costa não disse nada conclusivo, mas interpretamos que a tarifa reduz um pouco neste ano e depois cai de maneira mais acelerada até chegar a 4% em quatro anos", afirmou Ennio Crispino, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei), a respeito de reunião recente mantida com o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade. "Isso deve ser anunciado entre maio e junho. É uma das agendas positivas para a indústria que o governo pretende anunciar", disse.
Com a simplificação de processos e a redução da tarifa de importação, o governo atende às principais demandas do setor. "As medidas permitem o acesso a tecnologias de ponta que ajudam no aumento da produtividade e da competitividade da indústria. E a redução gradual de tarifas preserva a indústria nacional", opina Crispino.
Receosa, a Abimaq, associação dos fabricantes, apresentou ao governo um longo estudo que propõe medidas alternativas à abertura do mercado de máquinas.
Não há estimativa de quanto a importação de máquinas, equipamentos e acessórios poderia aumentar com as novas medidas.
"O mercado interno continua retraído. Com a crise, a indústria deixou de investir em bens de capital, seja importado, seja nacional", diz Crispino. Mesmo que o país entrasse em ritmo de crescimento mais robusto, demoraria de dois a três anos para que as importações voltassem aos níveis pré-crise. "As empresas precisam ter segurança no cenário político e econômico para voltar a investir."
Segundo dados da Abimei, no primeiro trimestre as importações de bens de capital cresceram 6,1%, para US$ 6,62 bilhões (US$ 6,24 bilhões no mesmo período do ano passado). As compras de peças e acessórios para bens de capital caíram 3%, para US$ 4,7 bilhões, e as de peças e equipamentos de transporte recuaram 16%, para US$ 2,8 bilhões no período.
Para o economista-chefe da Abimei, Otto Nogami, o aumento das compras de bens de capital é ainda efeito do aumento de confiança registrado em 2018 com relação ao desempenho da economia neste ano. Como entre a encomenda e a importação passam-se meses, a alta de agora reflete a expectativa passada. As importações de acessórios respondem mais à confiança no momento atual, que se deteriorou junto com as perspectivas de crescimento da economia em 2019. Seja como for, alguns poucos segmentos estão investindo na importação, como o automotivo. "Timidamente, algumas empresas têm investido num aumento de capacidade de produção."

 

Segundo o presidente da Abimei, as importações começaram o ano num ritmo bom, mas as indefinições em torno da reforma da Previdência estancaram o processo de melhoria. "Houve um sobressalto", diz. Ele vê perspectivas melhores nas importações dos setores agrícola e de óleo e gás. "A Petrobras deu uma estancada muito forte nos últimos três anos e chega um momento em que precisa se abastecer."
 

Fonte: Valor  

Saiba mais

05 de junho 2019

Capacitação do Programa Gestão por Competências TMSA

Em continuidade aos treinamentos comportamentais do Programa Gestão por Competências da TMSA, ocorreu em  maio a capacitação para o turno da noite.

Em parceria com o consultor Gilberto Pacheco da Qualisênior os temas abordados foram:

• Trabalho em equipe
• Credibilidade e Comprometimento
• Qualidade e Foco em Resultados
• Proatividade e Melhoria Contínua
Saiba mais