18 de junho 2019

ABIMAQ quer manutenção de nacionalização de aerogeradores

?A ABIMAQ entende que as regras de nacionalização de aerogeradores do BNDES não devem mudar, enxergando oportunidades para aprimoramentos no sentido de incluir itens que já poderiam ser produzidos pela indústria local e retirar da tabela dos opcionais itens que não são fabricados localmente. De acordo com o presidente do conselho de Energia Eólica da associação, Roberto Veiga, apesar desse entendimento a ABIMAQ ainda não decidiu como apresentar a sugestão para o banco de desenvolvimento.

De acordo com o executivo, a associação começou a discutir o assunto em suas reuniões mensais a partir de uma demanda do mercado. Alguns fornecedores, diante do crescimento das máquinas anunciadas pelos fabricantes no mercado brasileiro, manifestaram questionamento sobre a manutenção das regras de conteúdo local, já que a adaptação dos maquinários para produzir novas peças demandaria novos investimentos - e uma mudança na política de nacionalização poderia colocá-los em risco.
Para ele, as discussões devem girar em torno de atualizar a nova capacidade da indústria e o que pode ser feito para que a indústria local se torne mais competitiva globalmente. "Financiamento para a cadeia produtiva, com juros mais baixos e prazos mais longos, como os cedidos aos desenvolvedores", sugere Veiga.

Atualização de barreiras a importados
Outra pauta da ABIMAQ relacionada à indústria eólica é a atualização dos editais dos leilões e da Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec), para que a isenção do imposto de importação seja concedida apenas para os aerogeradores com potência nominal superior aos modelos anunciados pela indústria local. A lista isenta de imposto de importação (alíquota aplicável de 14%) qualquer grupo eletrogêneo eólico com potência superior a 3,3 MW.
No caso do leilão A-4, o edital já publicado prevê que aerogeradores acima de 2,5 MW podem ser importados, um patamar já bem abaixo do produzido pela indústria local.
A Aneel deve publicar o edital do A-6 até um mês antes da realização da concorrência, marcada para o dia 17/10. O mercado em geral espera uma demanda maior para este segundo leilão e a ABIMAQ pleiteia junto ao Ministério de Minas e Energia que a barreira para importados suba no próximo edital.

Fonte: Brasil Energia, Brain Maket
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17 de junho 2019

Importadores de máquinas esperam queda de tarifa até junho

Os importadores de máquinas e equipamentos esperam para até junho alguma redução na alíquota de importação sobre bens de capital, atualmente em 14%, em média, e aguardam nas próximas semanas a edição da portaria que vai simplificar o processo de internalização dos ex-tarifários, aqueles produtos que não têm similar nacional.

No fim do ano passado, ainda no governo Michel Temer, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou redução gradual, de 14% para 4% ao longo de quatro anos, da tarifa de importação de bens de capital e informática. A medida ainda não foi publicada. Em outra ação, o governo pretende simplificar a concessão de ex-tarifários, em que a tarifa cai a zero para produtos sem simular nacional. No mesmo processo pretende reduzir o tempo de tramitação dos pedidos, hoje em torno de 90 dias, e permitir a importação de bens produzidos no país, mas que têm preços e prazos não competitivos.

 

"O secretário Carlos da Costa não disse nada conclusivo, mas interpretamos que a tarifa reduz um pouco neste ano e depois cai de maneira mais acelerada até chegar a 4% em quatro anos", afirmou Ennio Crispino, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei), a respeito de reunião recente mantida com o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade. "Isso deve ser anunciado entre maio e junho. É uma das agendas positivas para a indústria que o governo pretende anunciar", disse.
Com a simplificação de processos e a redução da tarifa de importação, o governo atende às principais demandas do setor. "As medidas permitem o acesso a tecnologias de ponta que ajudam no aumento da produtividade e da competitividade da indústria. E a redução gradual de tarifas preserva a indústria nacional", opina Crispino.
Receosa, a Abimaq, associação dos fabricantes, apresentou ao governo um longo estudo que propõe medidas alternativas à abertura do mercado de máquinas.
Não há estimativa de quanto a importação de máquinas, equipamentos e acessórios poderia aumentar com as novas medidas.
"O mercado interno continua retraído. Com a crise, a indústria deixou de investir em bens de capital, seja importado, seja nacional", diz Crispino. Mesmo que o país entrasse em ritmo de crescimento mais robusto, demoraria de dois a três anos para que as importações voltassem aos níveis pré-crise. "As empresas precisam ter segurança no cenário político e econômico para voltar a investir."
Segundo dados da Abimei, no primeiro trimestre as importações de bens de capital cresceram 6,1%, para US$ 6,62 bilhões (US$ 6,24 bilhões no mesmo período do ano passado). As compras de peças e acessórios para bens de capital caíram 3%, para US$ 4,7 bilhões, e as de peças e equipamentos de transporte recuaram 16%, para US$ 2,8 bilhões no período.
Para o economista-chefe da Abimei, Otto Nogami, o aumento das compras de bens de capital é ainda efeito do aumento de confiança registrado em 2018 com relação ao desempenho da economia neste ano. Como entre a encomenda e a importação passam-se meses, a alta de agora reflete a expectativa passada. As importações de acessórios respondem mais à confiança no momento atual, que se deteriorou junto com as perspectivas de crescimento da economia em 2019. Seja como for, alguns poucos segmentos estão investindo na importação, como o automotivo. "Timidamente, algumas empresas têm investido num aumento de capacidade de produção."

 

Segundo o presidente da Abimei, as importações começaram o ano num ritmo bom, mas as indefinições em torno da reforma da Previdência estancaram o processo de melhoria. "Houve um sobressalto", diz. Ele vê perspectivas melhores nas importações dos setores agrícola e de óleo e gás. "A Petrobras deu uma estancada muito forte nos últimos três anos e chega um momento em que precisa se abastecer."
 

Fonte: Valor  

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05 de junho 2019

Capacitação do Programa Gestão por Competências TMSA

Em continuidade aos treinamentos comportamentais do Programa Gestão por Competências da TMSA, ocorreu em  maio a capacitação para o turno da noite.

Em parceria com o consultor Gilberto Pacheco da Qualisênior os temas abordados foram:

• Trabalho em equipe
• Credibilidade e Comprometimento
• Qualidade e Foco em Resultados
• Proatividade e Melhoria Contínua
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05 de junho 2019

Um ano de Zero Acidentes

O comprometimento e o envolvimento dos colaboradores com a segurança na TMSA fez com que a gente comemore um ano sem acidentes em nossas obras.
É um marco que merece destaque e reconhecimento. Para Luciano Martimbianco, Gerente de Montagem da TMSA “12 meses sem acidente com afastamento
reflete as ações que cada um tem desempenhado em suas obras, visando a segurança de todos. Aproveitamos para lançar um novo desafio, chegar aos 24
meses sem acidentes.”

Parabéns aos colaboradores do MEX envolvidos nesta conquista!!!
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29 de maio 2019

Mineração pode "transcender" China, diz chefe da Glencore

A indústria mineradora e metais pode "transcender" a China, seu maior cliente, sustentada pela maior demanda por matérias-primas decorrente das melhoras no padrão de vida mundial e do uso de energias mais limpas, segundo Ivan Glasenberg, o bilionário chefe da Glencore. Por mais de dez anos, o setor de mineração direcionou suas atenções para a China, injetando bilhões de dólares em novos projetos e fusões e aquisições para atender a demanda aparentemente insaciável do país por commodities. Os investidores, no entanto, começaram a ter dúvidas quanto às perspectivas de expansão do setor de mineração diante da mudança na forma de crescimento da China, que passou a depender mais do consumo. Falando durante uma conferência para investidores em Barcelona, Glasenberg disse que a urbanização na África e em partes da Ásia, somada à transição energética, prenuncia um futuro brilhante para o setor. "Nossa indústria pode transcender a jornada da China rumo a uma economia guiada pelo consumo", disse. "As necessidades futuras pelas commodities que produzimos provavelmente vão ser similares às do passado. Tudo se resume à demografia."

Para que o padrão de vida mundial se equipare ao dos países desenvolvidos até 2050, vão ser necessárias 428 milhões de toneladas adicionais de cobre até esse ano, segundo executivo. É cerca de 2,5 vezes o atual estoque mundial. A transição para um transporte movido a eletricidade também vai impulsionar a demanda por cobre em 3 milhões de toneladas adicionais por ano até 2030. Para o níquel e o cobalto, as projeções são de 2,3 milhões de toneladas e de 263 mil toneladas adicionais por ano. "Em 2030 [...] a demanda dos veículos elétricos [vai ser] equivalente a quase o dobro da nova oferta total de todos os prováveis projetos [de produção cobre]", disse. Glasenberg ressaltou que aumentar a produção das minas vai ser difícil porque os recursos de alta qualidade e fácil desenvolvimento estão se esgotando. "Os recursos remanescentes são cada vez mais difíceis de minerar e [sua exploração é] frequentemente dificultada por locais problemáticos, pior qualidade, mineralogia mais complexa, infraestrutura deficiente e dimensões sem escala comercial."

A Glencore é uma das maiores produtoras mundiais de cobre, níquel e cobalto. Também é uma grande fornecedora de carvão térmico, um combustível fóssil que é queimado em usinas termelétricas para gerar eletricidade. As ações da mineradora tiveram problemas para se valorizar neste ano, afetadas por receios quanto à desaceleração do crescimento mundial, à revisão das projeções de desempenho de suas operações de cobre e níquel e às notícias de uma investigação das autoridades americanas de supervisão do mercado de commodities sobre possíveis práticas corruptas. "A companhia já alertou para prováveis novas reduções na previsão de produção anual de cobre", escreveu o analista Sam Catalano, do Credit Suisse, em informe. "Além disso, depois do primeiro trimestre relativamente fraco, prevemos que a produção vai ficar pesadamente mais desequilibrada para o segundo semestre na maioria das divisões e alertamos para o risco de mais cortes abrangentes nas previsões anuais [da empresa]", escreveu Catalano.

Fonte: Valor 

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28 de maio 2019

SEGURANÇA EM FOCO NA OBRA DE PARANAGUÁ

O diálogo diário de segurança e produtividade (DDS) da obra de Paranaguá, que aconteceu no dia 15 de maio, abordou a NR 35 ? Trabalho em altura e uso do
cinto de segurança. As atividades desenvolvidas na ocasião foram:

? Simulação de utilização da linha de vida;
? Utilização correta de fixar o talabarte à linha de vida;
? Utilização correta de vestir e ajustar o cinto de segurança.
 
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13 de maio 2019

Venda de máquina cresceu 26%

Depois de iniciarem o ano em queda, as vendas domésticas de máquinas agrícolas tiveram recuperação em abril e devem crescer, no mínimo, 7,5% neste ano. Segundo dados divulgados ontem pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias no país somaram 4.142 unidades em abril. Em relação a março, houve alta de 17,6%, e na comparação com o mesmo mês do ano passado, as vendas subiram 26,4%. Com a retomada do crescimento das vendas domésticas de máquinas, a Anfavea deve, ao menos, duplicar a atual projeção de aumento de 3,7% nos volumes em 2018, segundo o vice-presidente da associação, Alfredo Miguel Neto. Pela estimativa atual, as vendas alcançariam 46 mil unidades no ano. No o primeiro quadrimestre, as vendas somaram 11.667 unidades, ainda com retração de 7,2% ante o mesmo período de 2017. " Podemos revisar para um crescimento entre 7,5% e 8%. Talvez, um pouco mais a depender dos números finais da Agrishow", afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea, referindo-se à feira de máquinas realizada semana passada em Ribeirão Preto (SP). Neste ano, as vendas durante a Agrishow somaram R$ 2,7 bilhões na Agrishow, uma alta de 22,7% sobre 2017. Inicialmente, a organização do evento esperava aumento de 8% das vendas neste ano.

"Foi uma feira extraordinária", disse Miguel Neto. Segundo ele, a Anfavea também aguarda o anúncio do Plano Safra 2018/19, quando serão conhecidos os recursos que o governo pretende destinar ao Moderfrota, linha de crédito voltada à aquisição de máquinas. "Nossas indicações são de que teremos recursos suficientes no próximo plano", afirmou Megale. No ciclo 2017/18 foram direcionados R$ 9,2 bilhões ao Moderfrota. Antes do encerramento da Agrishow, porém, o governo sinalizou que o montante ofertado no Moderfrota pode diminuir no Plano Safra 2018/19. Ao Valor, o secretário de Política Agrícola da Ministério da Agricultura, Wilson Vaz, disse, na ocasião, que os desembolsos liberados pelos bancos devem alcançar no máximo R$ 8 bilhões na atual safra e que o governo pretende manter esse volume no próximo ciclo. (ver Demanda por recursos do Moderfrota reage e alcança R$ 6,2 bilhões)Ontem, o vice-presidente da Anfavea também destacou o crescimento do uso do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para a compra de máquinas. Segundo ele, houve alta de 122% no primeiro quadrimestre, ante o mesmo período de 2017. 

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13 de maio 2019

PROGRAMA DE ESTÁGIO TMSA

O segundo encontro do programa de estágio aconteceu no dia 30 de Abril com a apresentação de trajetórias profissionais da TMSA. Na ocasião contamos com a participação dos colaboradores Fladimir Barbosa (Engenharia) e Fernanda da Rosa (Financeiro) relatando ao grupo sobre o caminho percorrido do estágio até a efetivação, destacando os desafios e como conquistaram espaço nos setores em que atuam.
Agradecemos aos colegas pela presença e por compartilharem a sua história de sucesso.
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23 de abril 2019

TMSA é uma das campeãs de inovação da Revista Amanhã

A TMSA, está entre as 50 empresas mais inovadoras da região sul e destaque no setor Máquinas e Equipamentos, no ranking Campeãs da Inovação 2019.
O certificado foi recebido pelo presidente, Mathias Elter, em cerimônia realizada no, dia 16 de abril, no Tecnosinos, em São Leopoldo.
Orgulho por mais uma conquista!

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22 de abril 2019

Ampliação de terminal do Porto do Rio Grande é pauta na Selt

A ampliação da capacidade de operação do terminal Termasa - situado no Porto do Rio Grande - foi tema de uma reunião na tarde desta segunda-feira (22), na Secretaria de Logística e Transportes. O titular da pasta, Juvir Costella, recebeu o senador Luís Carlos Heinze (PP), que propôs a audiência. Heinze ressaltou a importância do projeto para elevar a operação do terminal de 1,5 mil para 6 mil toneladas/hora. "Queremos qualificar o potencial de expedição portuária", explicou o senador. "Esperamos contar com o apoio do Estado para que seja proposta a licitação, com o consequente arrendamento da área."

Segundo representantes da Cooperativa Central Gaúcha (CCGL), o terminal teria capacidade de armazenar até 500 mil toneladas, especialmente produtos oriundos da produção primária. "Dessa forma, mudaríamos de patamar no setor da indústria naval", frisou o presidente Caio Vianna. A unidade logística da CCGL, composta pelos terminais Termasa e Tergrasa, é responsável por receber, armazenar e expedir produtos agrícolas a granel no Porto do Rio Grande. O secretário Juvir Costella enalteceu a mobilização do senador Heinze e ratificou a relevância do projeto. "O fortalecimento das hidrovias e das estruturas que envolvem os portos também está entre as prioridades do governo do Estado", salientou. Além disso, Costella sugeriu que seja estabelecida a formalização do projeto de ampliação do terminal perante a Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG). "Cumprida essa etapa do processo, encaminharemos o rito para a Secretaria Nacional de Portos", finalizou o titular da pasta. Também participaram do encontro o secretário-adjunto de Logística e Transportes, Eduardo Krause;  e o diretor da CCGL-Termasa, Guillermo Dawson Jr.

Fonte: Transportes RS 

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15 de abril 2019

PROGRAMA DE FORMAÇÃO TMSA

No início de Abril foi ministrado o curso Leitura e Interpretação de Desenho para os colaboradores da produção. O curso, que está inserido no Programa de Formação da TMSA, objetiva desenvolver os colaboradores das áreas produtivas, preparando-os para suprir as necessidades de produção da empresa.
A próxima turma está programada para Maio. Demonstre seu interesse ao gestor!
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14 de abril 2019

Santos Brasil inicia expansão de seu terminal de Santos

A Santos Brasil, maior operadora de contêineres da América Latina, dá início a mais uma etapa de seu plano de investimentos de R$ 1,3 bilhão no Tecon Santos, acertados com o governo federal nas negociações de ampliação do contrato de concessão, de 2022 até 2047. Em julho, começam as obras de ampliação do cais, que vão ficar prontas no fim do próximo ano. O terminal situa-se na margem esquerda do Porto de Santos, no município de Guarujá. Para executar a obra, a empresa acabou de fechar contrato com a construtora baiana AXXO, que venceu uma concorrência entre grupos nacionais e estrangeiros. O valor do contrato é de R$ 150 milhões. Serão mais 220 metros de cais agregados aos atuais 980 metros do Tecon e 310 metros do Terminal de Veículos (TEV). "Com esse investimento, poderemos receber, ao mesmo tempo, três navios da nova geração Panamax, que foram construídos com 366 metros de comprimento", diz Antônio Carlos Duarte Sepúlveda, presidente da Santos Brasil. Atualmente, a maior embarcação que entra no porto tem 335 metros. O novo Panamax é capaz de transportar entre 7 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) e 12,5 mil TEUs.

O executivo informa que todas as obras civis no terminal deverão ser concluídas até 2022 e toda a parte de modernização e expansão da frota de equipamentos, até 2031. Ao final, o cais passará a ter um único calado, de 15 metros. Atualmente, parte do calado tem 13,70 metros. Aguarde-se apenas a licença de instalação para dar partida às obras. Com a expansão do cais e podendo receber navios maiores, a empresa prevê ampliar sua capacidade de movimentação de contêineres em 20%, para 2,4 milhões de TEUs por ano. "Esse plano de modernização e expansão visa também ganhar mais eficiência e produtividade para elevar nossa competitividade", diz o executivo. No ano passado, o Tecon Santos movimentou 917,3 mil contêineres, equivalente a 1,44 milhão de TEUs. O volume foi 7,8% acima do de 2017. O terminal detém 35% de participação na movimentação de contêineres no porto santista. As demais concorrentes são o Brasil Terminal Portuário (BTP) e o DP World Santos (antigo Embraport) Até agora, a Santos Brasil investiu R$ 100 milhões na compra de equipamentos, como guindastes de cais, movimentadores de cargas, reboques, entre outros, para o terminal. "Estamos também trocando a frota movida a diesel por veículos elétricos", diz Sepúlveda. Nos próximos anos serão feitas compras de novos lotes. Para atingir a nova capacidade, serão mais dois guindastes.

A movimentação de contêineres em Santos em 2018 foi 4,12 milhões de TEUs, alta de 4% em relação ao ano anterior. "Esse mercado sofreu bastante entre 2015 e 2017. Dependemos da vitalidade da economia e da reativação de importantes setores industriais, tanto para uso na exportação quanto nas importações. Geralmente, o setor de contêiner cresce três vez o PIB", afirma o executivo. A Santos Brasil, criada há 20 anos e listada no Novo Mercado da B3, teve receita líquida de R$ 921 milhões no ano passado, Além do Tecon Santos, opera outros dois terminais no país - Vila do Conde, no Pará (ao sul de Belém) e Imbituba, em Santa Catarina. Tem ainda, em Santos, um terminal de veículos e uma empresa de operação logística que atua integrada aos três terminais. Embora não tenha dívida - fechou o ano com caixa líquido de R$ 26,3 milhões -, a empresa está buscando uma captação de R$ 300 milhões, no Brasil e Ásia, para financiar os investimentos dessa fase. Está lançando uma debênture, ofertada a investidores institucionais e pessoas físicas. "Temos uma equipe neste momento fazendo road shows na China", disse Sepúlvida.

Fonte: Portos e Navios

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